quarta-feira, 18 de julho de 2012

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2012, ano de eleição. Ano de promessas [velhas mentiras]. Ano de ouvir as mesmas propostas de sempre. A cada ano, somos atacados por promessas que não se cumprem. Afinal, sabemos disso. As propagandas invadem nossas casas através dos meios de comunicação. Nas ruas, os outdoors estampam os sorrisos dos candidatos para nos trazer uma mensagem de otimismo. Mas na verdade é tudo propaganda enganosa, e o otimismo dá lugar a insatisfação.

Os nossos representantes às vezes parecem cegos, ou melhor, se fazem de cegos para não vê o que se passa com a população. Pouco importa. Não faz diferença alguma se os hospitais não nos oferecem serviços de qualidade. Pouco importa se os professores não são valorizados. Pouco importa se as escolas estão em péssimas condições. E o que falar dos transportes? Pouco importa a precariedade dos ônibus que circulam na nossa cidade. Pra que se importar? Eles têm os carros do ano, não precisam dividir espaço com outros nos coletivos lotados. Não vão parar nos socorrões quando adoecem. Os filhos não dependem do ensino público. E moram nos bairros de classe alta. E quem sofre com tudo isso é a população que não sabe a quem recorrer, a quem reivindicar seus direitos. Pois os que se comprometeram em nos dá assistência, simplesmente viram a costas quando surgem os problemas.
Não nos deixemos levar pelas propagandas enganosas [e mal elaboradas] dos candidatos. Esses velhos filmes que vemos passar em nossas TVs, todo esse ‘carisma’, passa. É típico de todo ano de eleição. Portanto, devemos conhecer quem irá nos representar para sabermos depois de quem cobrar.


Nossos representantes realizam projetos que beneficiam apenas a classe alta. Enquanto isso, o pobre coitado continua na situação de sempre. Ruas esburacadas, sem sinalização, sem saneamento básico, sem um transporte digno. E só em pensar que São Luis completará 400 anos, me deixa mais indignada ainda.
Não podemos nos dá o luxo de comparar nossa cidade com outras mais jovens e bem administradas. Nossos governantes faturam milhões e nós continuamos vivendo na mesmice de sempre e na esperança de ter uma cidade e um país mais digno de se viver. Nossa cidade, cheia de encantos, com os seus quase 400 anos está cansada. Cansada de tantas promessas de reestruturação, de saneamento, de segurança, de tanto blá blá blá. Nossa cidade já está com idade avançada. Por favor, tenhamos mais respeito com esta anciã e com os que nela habitam.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

A.M.O.R


Falar de amor sem recorrer às Sagradas Escrituras seria como desprezar o maior exemplo que temos. Este post não tem a finalidade de ensinar as pessoas a amar, pois acredito que cada um tem no fundo um pouco da chamada ‘caridade’ dentro de si. Afinal, somos seres criados por Deus e ele mesmo colocou em nós esse sentimento.



Cada um ama a sua maneira e existem vários tipos de amor. Mas, todos têm algo em comum: compaixão e cumplicidade.

João 15:12, diz: O meu mandamento é este: que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei.

Sim... É mandamento, mas poucos têm dado importância para isso. O que temos visto hoje é a falta ou quem sabe a escassez desse bem precioso.

É necessário que aprendamos com o maior mestre, aquele que deu a sua vida por nós, a sermos amáveis. Amar significa sentir as mesmas emoções que o próximo. Se o meu próximo se sentir triste, a minha alma se entristece também. Se alegre, compartilho da sua alegria.


“O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta”. (I Coríntios 13:4-7)





terça-feira, 23 de agosto de 2011

Desabafo





Todo ano a gente espera uma coisa diferente, coisa boa, claro. Dias alegres, boas notícias, mudanças etc. Mas esse ano de 2011 ainda nem terminou e eu já presenciei tanto absurdo. A gente espera sempre coisas boas não só com a gente, mas também com o nosso próximo, mas não... A verdade é que o mal tá dominando a vida de muita gente e o diabo tá cegando muita gente, ou seja, tá do jeitinho que ele gosta. O inferno vibra com a desgraça das pessoas.



As vezes eu fico me perguntando o que leva uma pessoa a fazer o mal a outra, a desejar a infelicidade do outro, destruir famílias, sonhos...



Mas uma coisa é certa, muita gente vai pagar caro por tudo o que fizeram e fazem. Não desejo nenhum mal a ninguém, mas é óbvio, tá na cara que todo mundo que comete injustiça, pagará caro. Só otário (a) (perdoem-me a expressão) pra não enxergar.



Algumas vezes eu prefiro ficar calada em determinadas situações, mas isso não significa que eu aprovo determinados comportamentos, as vezes é bom fazer vista grossa pra algumas coisas só pra vê a reação das pessoas.



Estamos cercados de pessoas falsas, mentirosas, sem falar nos falsos crentes, aqueles frequentadores de igrejas, engravatados, meninas com saias quase arrastando no chão, mas a alma tá podre, fedorenta e ainda acham que Deus está com eles....ah vá.



Espero que o próximo ano seja um ano de bençãos de vitórias e conquistas e que os falsos mestres os falsos crentes se arrependam se quiserem ter vida eterna, caso contrário o fim será de muitas lágrimas.



Ps: Peço a Deus que me livre das más influencias e de toda aparência do mal.




quinta-feira, 7 de abril de 2011

Ser jornalista é ir além da profissão…


Jornalista não fala – informa

Não passeia – viaja a trabalho;

Não conversa – entrevista;

Não faz lanche – almoça em horário incomum;

Não é chato – é crítico;

Não tem olheiras – tem marcas de guerra;

Não se confunde – perde a pauta;

Não esquece de assinar – é anônimo;

Não se acha – ele já é reconhecido;

Não influencia – forma opinião;

Não conta história – reconstrói;

Não omite fatos – edita-os;

Não pensa em trabalho – vive o trabalho;

Não vai à festas – faz cobertura;

Não acha – tem opinião;

Não fofoca – transmite informações inúteis;

Não pára – pausa;

Não mente – equivoca-se;

Não chora – se emociona;

Não some – trabalha em off;

Não lê – busca informação;

Não traz novidade – dá furo de reportagem;

Não tem problema – tem situação;

Não tem muitos amigos – tem muitos contatos;

Não briga – debate;

Não usa carro – mas sim veículo;

Não é esquecido – é eternizado pela crítica;

Jornalista não morre – coloca um ponto final!

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Propaganda eleitoral é mais engraçada que “Zorra Total”


“Interrompemos a nossa programação normal para a transmissão do Horário Político Obrigatório!”


A cada quatro anos o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) promove eleições para os novos representantes através do voto direto. Nessa época, os candidatos saem pelas ruas em passeatas para se aproximar da população e falar de suas propostas.

Época de eleição é sempre assim, muita gente acaba unindo o útil ao agradável, conseguindo assim, alguns quebra-galhos para ajudar a aumentar a renda salarial. Distribuição de santinhos, bandeiradas, esses são alguns modos para se tentar conquistar o eleitor, porém, existem meios mais “eficazes”: compra e venda de votos!

Quem não conhece alguém que já foi “ajudado” por candidato? Aqueles óculos que já não eram sem tempo, o milheiro de tijolo pra ajudar a terminar a reforma da casa, uma dentadura para aquela tia do interior. Certo ou errado, isso não importa, eles querem mesmo é se dar bem, e para isso, topam qualquer coisa.

A propaganda eleitoral exibida nas emissoras de rádio e TV nos fazem saber um pouco mais das propostas de cada candidato. Apesar de nem sempre serem concretizadas, eles continuam a falar, falar e falar. Alguns parecem não querer nada sério, e acabam sendo motivos de risos entre os que assistem essas figuras até então desconhecidas. Nos dão motivos de mais risadas ainda quando gaguejam em frente as câmeras de TV ao ler seu próprio script. Pode uma coisa dessa? Vergonha não existe no dicionário desses “palhaços-candidatos”.

Com nomes e jingles engraçados, muitos deles têm estampado suas fotos e números em muros, outdoors e carros. Suas músicas exaltam o Estado, país ou até mesmo o próprio candidato. Músicas que são impossíveis de tirar da cabeça, que invadem os nossos ouvidos em qualquer lugar.

“O Maranhão é de todos nós...”

“Vote na Grande, vote na Grande...”

“Eu vou com ela, eu vou, eu vou...”

Esses são apenas alguns dos muitos jingles que muitas vezes me pego cantarolando e que não deixo de dar uma boa risada.

Uma forma que muitos candidatos encontraram para fazer campanha é falando de outros candidatados, esquecem de falar de suas propostas e metem o pau no candidato da oposição. Por que não focar naquilo que é de fato importante? Parece que não tem outra opção se não falar do que foi ou não foi feito. Por que não falar só de suas propostas?

A cidade inteira está cheia de cartazes de tudo quanto é candidato que confunde a cabeça do eleitor, a cada dia descubro um novo, uma nova música. Números só são gravados se tiverem incluídos em algum jingle. Há quem vote no candidato mais bonito ou no candidato da música mais bonita. Para quem não leva esse papo de eleição a sério, qualquer um está bom demais. O certo, como ficou conhecido nas redes sociais, é que a Propaganda Eleitoral é mais engraçada que “Zorra Total”!