terça-feira, 23 de agosto de 2011

Desabafo





Todo ano a gente espera uma coisa diferente, coisa boa, claro. Dias alegres, boas notícias, mudanças etc. Mas esse ano de 2011 ainda nem terminou e eu já presenciei tanto absurdo. A gente espera sempre coisas boas não só com a gente, mas também com o nosso próximo, mas não... A verdade é que o mal tá dominando a vida de muita gente e o diabo tá cegando muita gente, ou seja, tá do jeitinho que ele gosta. O inferno vibra com a desgraça das pessoas.



As vezes eu fico me perguntando o que leva uma pessoa a fazer o mal a outra, a desejar a infelicidade do outro, destruir famílias, sonhos...



Mas uma coisa é certa, muita gente vai pagar caro por tudo o que fizeram e fazem. Não desejo nenhum mal a ninguém, mas é óbvio, tá na cara que todo mundo que comete injustiça, pagará caro. Só otário (a) (perdoem-me a expressão) pra não enxergar.



Algumas vezes eu prefiro ficar calada em determinadas situações, mas isso não significa que eu aprovo determinados comportamentos, as vezes é bom fazer vista grossa pra algumas coisas só pra vê a reação das pessoas.



Estamos cercados de pessoas falsas, mentirosas, sem falar nos falsos crentes, aqueles frequentadores de igrejas, engravatados, meninas com saias quase arrastando no chão, mas a alma tá podre, fedorenta e ainda acham que Deus está com eles....ah vá.



Espero que o próximo ano seja um ano de bençãos de vitórias e conquistas e que os falsos mestres os falsos crentes se arrependam se quiserem ter vida eterna, caso contrário o fim será de muitas lágrimas.



Ps: Peço a Deus que me livre das más influencias e de toda aparência do mal.




quinta-feira, 7 de abril de 2011

Ser jornalista é ir além da profissão…


Jornalista não fala – informa

Não passeia – viaja a trabalho;

Não conversa – entrevista;

Não faz lanche – almoça em horário incomum;

Não é chato – é crítico;

Não tem olheiras – tem marcas de guerra;

Não se confunde – perde a pauta;

Não esquece de assinar – é anônimo;

Não se acha – ele já é reconhecido;

Não influencia – forma opinião;

Não conta história – reconstrói;

Não omite fatos – edita-os;

Não pensa em trabalho – vive o trabalho;

Não vai à festas – faz cobertura;

Não acha – tem opinião;

Não fofoca – transmite informações inúteis;

Não pára – pausa;

Não mente – equivoca-se;

Não chora – se emociona;

Não some – trabalha em off;

Não lê – busca informação;

Não traz novidade – dá furo de reportagem;

Não tem problema – tem situação;

Não tem muitos amigos – tem muitos contatos;

Não briga – debate;

Não usa carro – mas sim veículo;

Não é esquecido – é eternizado pela crítica;

Jornalista não morre – coloca um ponto final!

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Propaganda eleitoral é mais engraçada que “Zorra Total”


“Interrompemos a nossa programação normal para a transmissão do Horário Político Obrigatório!”


A cada quatro anos o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) promove eleições para os novos representantes através do voto direto. Nessa época, os candidatos saem pelas ruas em passeatas para se aproximar da população e falar de suas propostas.

Época de eleição é sempre assim, muita gente acaba unindo o útil ao agradável, conseguindo assim, alguns quebra-galhos para ajudar a aumentar a renda salarial. Distribuição de santinhos, bandeiradas, esses são alguns modos para se tentar conquistar o eleitor, porém, existem meios mais “eficazes”: compra e venda de votos!

Quem não conhece alguém que já foi “ajudado” por candidato? Aqueles óculos que já não eram sem tempo, o milheiro de tijolo pra ajudar a terminar a reforma da casa, uma dentadura para aquela tia do interior. Certo ou errado, isso não importa, eles querem mesmo é se dar bem, e para isso, topam qualquer coisa.

A propaganda eleitoral exibida nas emissoras de rádio e TV nos fazem saber um pouco mais das propostas de cada candidato. Apesar de nem sempre serem concretizadas, eles continuam a falar, falar e falar. Alguns parecem não querer nada sério, e acabam sendo motivos de risos entre os que assistem essas figuras até então desconhecidas. Nos dão motivos de mais risadas ainda quando gaguejam em frente as câmeras de TV ao ler seu próprio script. Pode uma coisa dessa? Vergonha não existe no dicionário desses “palhaços-candidatos”.

Com nomes e jingles engraçados, muitos deles têm estampado suas fotos e números em muros, outdoors e carros. Suas músicas exaltam o Estado, país ou até mesmo o próprio candidato. Músicas que são impossíveis de tirar da cabeça, que invadem os nossos ouvidos em qualquer lugar.

“O Maranhão é de todos nós...”

“Vote na Grande, vote na Grande...”

“Eu vou com ela, eu vou, eu vou...”

Esses são apenas alguns dos muitos jingles que muitas vezes me pego cantarolando e que não deixo de dar uma boa risada.

Uma forma que muitos candidatos encontraram para fazer campanha é falando de outros candidatados, esquecem de falar de suas propostas e metem o pau no candidato da oposição. Por que não focar naquilo que é de fato importante? Parece que não tem outra opção se não falar do que foi ou não foi feito. Por que não falar só de suas propostas?

A cidade inteira está cheia de cartazes de tudo quanto é candidato que confunde a cabeça do eleitor, a cada dia descubro um novo, uma nova música. Números só são gravados se tiverem incluídos em algum jingle. Há quem vote no candidato mais bonito ou no candidato da música mais bonita. Para quem não leva esse papo de eleição a sério, qualquer um está bom demais. O certo, como ficou conhecido nas redes sociais, é que a Propaganda Eleitoral é mais engraçada que “Zorra Total”!

quarta-feira, 16 de junho de 2010

O que as palavras não falam




Era uma manhã fria de domingo quando conversavam a caminho de um lindo riacho. De mãos dadas caminhavam em silêncio. Ela de cabeça baixa olhando para o chão. Ele com olhar sereno olhava fixamente a sua frente. As pisadas firmes sobre as folhas secas cortavam o silêncio.


Sentaram-se sobre as pedras que cercavam o riacho. O que cortava o silêncio agora era o cantar dos pássaros e o leve barulho das águas. Ela finalmente ergue o olhar e contempla a beleza ao seu redor, arrisca dar uma olhada para o rapaz ao lado e dar um leve sorriso. Qualquer palavra nesse momento parecia inútil. Ele estende a mão e ela o olha um tanto temerosa. Enfim, cede e segura a mão do rapaz que leva ao rosto e sente o toque quente de seus lábios.


Com a mão livre ele aponta em direção ao peito, logo em seguida faz um simples desenho no ar, um coração, e com o indicador aponta em direção a moça. Ela baixa os olhos e sorrir. Ele reconhece que nem sempre as palavras são suficientes e agradece a Deus por conceder-lhe o prazer de num gesto e num olhar expressar o que era então desconhecido. Aprende que é em momentos como esses que se encontra a felicidade. Mas essa felicidade parece durar pouco quando resolve pronunciar algumas palavras. A moça tenta ler em seus lábios as palavras pronunciadas por ele, mas a tentativa parece vã. Ele fala e ela confusa não entende. Olha fixamente em seus lábios a ponto de compreender cada frase.


As palavras foram ditas, mas não foram entendidas. Quando em último ato o rapaz se levanta e faz seu último gesto. Abanando as mãos ela percebe o que está para acontecer. Era a despedida. O destino não o queriam juntos e ela não pôde em nenhum momento ouvir, seus passos pisando as folhas secas no caminho, o cantar dos pássaros e o leve barulho das águas.


A natureza não dotou a moça dos sentidos que favoreciam o rapaz. Ficou cabisbaixa ali nas pedras da mesma forma que chegou, e via o rapaz se afastando a cada passo até parecer um ponto bem longe. Ficou apenas pensando nos gestos incompreendidos dos lábios do rapaz e a certeza de que nenhuma palavra em nenhum momento seria dita nem ouvida.




Obs: Essa "crônica" foi elaborada com o incentivo da professora de Mídia Impressa, Selma Cavaignac, não sei se é uma "crônica" mesmo, mas deu nisso! rs

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Grump na Copa

BRASIL SIL SIL SIL

Imagem do Blog do Orlandeli